quarta-feira, 6 de julho de 2011

Agora é de verdade. Eu acho...

Sim, sim. Resolvi voltar a postar. Ás vezes isso acontece: Uma vontade de escrever urgente, que precisa ser saciada. Li uma vez em "Guerras do Mundo Emerso" sobre uma fera assassina que tomava conta da jovem menina da história. Não sou jovem, tampouco menina... Mas enfim... Tenho uma fera dessas... E ela gosta de escrever na verdade. Um frêmito desses de aguçar os sentidos.

Estamos de volta. Até quando durar.

domingo, 19 de junho de 2011

Hahaha!
ah... hahaahhaha!

Estamos de volta.

sábado, 10 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

sábado, 24 de janeiro de 2009

Abertura

Enquanto isso, os carros observam os muros.
E qualquer um, menos informado, passará pela
rua e não notará. Os carros observam os muros.
Desfeitas todas as armadilhas, automóveis circulam,
plácidos, contidos pelas ruas das cidades. Uma
senhora, de seus sabe-se lá quantos anos, prepara
um chá, sentada na varanda da casa que resiste
entre arranha-céus. Intactos. A casa ainda
conserva a pintura, e quem observar bem poderá ver
o verde que se conserva, quase translúcido, às
emoções e intempéries do tempo. Automóveis circulam.
A mulher, até então sentada, levanta-se e percebe o
cheiro da tarde que avança. Quem dera estar entre ela
e seus pensamentos. A tarde avança, o cheiro do vento
que já vem molhado se confunde com o chá. Acompanhando
as nuvens ela ergue a xícara. Os primeiros pingos de chuva
acompanham a satisfação pela noite que chegará junto com o
fim do chá.